Foi um daqueles jogos de ataque contra defesa. Praticamente assim o tempo inteiro. O Sport pressionou, dominou, arriscou, tentou, cruzou, chutou, bateu em gol, enfim, tudo o que poderia ter feito. E a bola teimou em não entrar.
Como havia perdido por 1×0 no jogo de ida, jogo em que ele Sport poderia ter sido goleado, o time pernambucano foi pra cima e criou chances e mais chances de gol. Marcos pegou tudo, ou melhor, quase tudo. O Palmeiras teve raras chances de gol, pois Keirrison estava isolado na frente.
Melhor jogada da vida de Luciano Henrique, que chutou cruzado e viu Wilson empurrar a bola pras redes, aos 36 do segundo tempo. E ainda restava tempo para a vitória sem pênaltis. E quase deu. Bola na trave e duas defesas de Marcos garantiram o Palmeiras nos pênaltis.
Nos mesmos, Durval, Luciano Henrique e Fumagalli perderam, enquando Mozart perdeu para o Palmeiras.
Palmeiras 3×1 nos pênaltis e o time paulista pega o Nacional nas quartas-de-final.
